sexta-feira, 20 de julho de 2012

Vida e seus mistérios...



Quando viemos ao mundo, viemos com uma bagagem de saberes e sentimentos vivenciado em outras vidas. Isso explica nessa geração crianças com desenvolvimentos psicológicos aquém de suas capacidades biológicas e físicas. Com desenvolvimentos psicomotores surpreendentes, demonstrando saberes da linguagem musical, verbal, escrita, entre outras.  Com habilidades de instrumentos sem se quer ter tido aulas sobre isso. De onde vêm esses conhecimentos inatos e que surgem espontaneamente? Esse é privilegiado? Jamais! Deus não é injusto!  Se alguém tem mérito é aproveitamento do próprio indivíduo ao longo de suas várias oportunidades de vidas corporais. Se esse desenvolveu certa habilidade foi porque a vivenciou. Hoje se sabe que a aprendizagem humana ocorre de forma a fazer parte do individuo pela prática que esse tem. Como uma criança de quatro anos, por exemplo, poderia manifestar conhecimentos em um piano sem nunca ter tido aulas, além de que, não está com seus processos mentais, ou seja, seu corpo físico preparado para tal feito?
Alguns dizem, mas eu lembraria se tivesse vivido outras vidas? Ora, poucos lembram o que comeram ontem!
Claro que a lembrança não pode ser viva sempre, as células do corpo físico crescem depois fazem o papel reverso. Perdemos muitas lembranças do que vivemos pela maturação do corpo, mas tudo que sentimos ao vivê-las está em nós. Será esse sentido que nos formará a personalidade. Assim, ao viver com plenitude é preciso sentir as coisas, são os sentimentos, os sentidos que nos fazem dar as respostas a todas as nossas ações. Não somos o que fazemos, somos o que sentimos e consequentemente o que pensamos. Nem sempre agimos como sentimos. Serão ou não essas ações práticas que irão nos entregar se somos bons ou maus filhos de Deus e nos direcionar a ele.
Deus só nos revela as coisas que precisamos saber e que podemos modificar ou compreender. Pois, nem todos estão preparados e essas revelações sempre são sutis nunca por alarde recebemos revelações segundo nossa capacidade purificada de manter contado com o mundo divino. 

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