Ao longo do tempo vamos vivenciando e experimentando
coisas embaladas por emoções e sensações boas e ruins. Não percebemos, mas, transformações estão
ocorrendo aos poucos a cada ar que respiramos. E só lá adiante... Bem lá
adiante é que nos damos conta disso. Algumas vezes até nos assustamos com a
imagem que vemos de nós mesmo no espelho da vida. Tudo que passamos de alguma
forma nos toca. Todos os nossos sentidos passam por
uma espécie de toque na alma. Ao longo da vida conseguimos por nós mesmos criar
conceitos e convicções com base nos diferentes saberes dos quais nos
apropriamos. E lá adiante percebemos que esses ainda não foram concluídos,
alguns se desfazem com um sopro de vento, outros se renovam e há também aqueles
que fazem parte de nós e se aprimoram. O bacana de tudo isso é que, quando você
se reconhece como um ser que pensa e não como um ser estacionário no tempo e
espaço que ocupa. Você vive você se move, você atua, você coopera, você se sente
existir, se sente algumas vezes estranho, mas vivo! Tendo a certeza de que, quanto
mais saberes nós nos apropriamos, mais conhecemos a importância de nos
reconhecer como “eternos ignorantes”.
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