Em que acreditavam na época, como
significavam as coisas da vida. Se hoje, já há uma resistência de aceitarem
o mundo de Cristo, o mundo Divino. De acreditar no próprio Deus criador, diante
de tantas reflexões e clarezas. Quem dirá naquela época que essa passagem foi escrita.
Bom, acho muito proveitoso nós nos
concentrarmos naquilo que escreveram e que envolve diretamente o mestre. E
ainda assim, refletirmos se ele teria feito ou dito aquilo, segundo nosso
sentir sobre ele. Pensar se ele teria dito, faria ou não aquilo. Só assim,
podemos aproveitar algo para nossa conceituação.
Nossa fé tem que existir, por
acreditarmos em primeiro lugar no criador e por um único motivo: acreditar na
vida, na natureza e em tudo que há nela como obra inteligente e divina.
Acreditar em Cristo, naquilo que sua passagem no mundo deixou registrado é “complemento”.
E não pode ser contrário, nele depois em Deus. O próprio Cristo disse: “Amai a
Deus sobre todas (todas) as coisas e ao próximo como a si mesmo”. Amamos a Deus
quando acreditamos, zelamos e nos encantamos com o que criou e tudo que essa
criação nos oferece de bom e de bem. Amamos ao próximo quando faríamos a eles
tudo que faríamos para nós. Aí está o bem, a bondade, a fraternidade, o amor e
a salvação. E todas as leis e todos os profetas, isso também está nos
registros.
Quando os seus seguidores indagavam
Jesus sobre coisas que não compreendiam, ele dizia como disse a Nicodemos, você
não entende as coisas da terra como queres conhecer a do ceu? Difícil para
Jesus falar sobre as coisas divinas seria o mesmo falar de forma intelectual
hoje aos leigos.
Se naquela época nem com tanta
manifestação de amor que Cristo demonstrou, ainda assim, o povo ao escolher
quem ia ser morto escolheu quem: ele. Então, "uma única vida e o
juízo" de certa forma é isso que acontece. A cada vida um corpo, um juízo.
Morremos e logo somos julgados por nós mesmos e nossas ações pq é o que somos.
Sendo maus imediatamente vamos para um lugar ruim viver em tormentos até que,
peçamos piedade e reconheçamos o mal. Se bons vamos a um lugar bom, tratados, nos
harmonizar com nossa essência. Verificar
em que, poderíamos ter sido melhores e as dividas que contraímos tentando
acertar. O mau uso que fizemos das coisas materiais, em fim. Aprendemos um
pouco mais para compartilhar.
Tanto um quanto o outro volta para
continuar sua missão de aprimoramento. Mais uma vida, mais um juízo. Até que
todos cheguem a um estado angelical. Assim como Jesus tinha sua missão, teve
sua cruz para carregar no mundo, cada um de nós também a temos. Assim como seu
espírito viveu após a morte do corpo, o nosso também vive, assim como ele não
era rei nesse mundo, nós também não somos súditos nesse mundo e por aí vai.
Digamos que nós temos uma grande chance
de sermos os espíritos que se rebelaram contra Deus. O mundo, ou os mundos, é nossa
prisão, apenas essa prisão é reparadora. Como deveriam ser os cárceres públicos
e não é, reconstituir o indivíduo para aprender viver em sociedade. E esse Pai não abandonou aos filhos rebeldes quer
nos recuperar, quer nos ensinar a viver em irmandade. Para isso ainda temos muitos e muitos viver e juízos.
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