sábado, 21 de julho de 2012

Uma única vida...diz a Bíblia



Em que acreditavam na época, como significavam as coisas da vida. Se hoje, já há uma resistência de aceitarem o mundo de Cristo, o mundo Divino. De acreditar no próprio Deus criador, diante de tantas reflexões e clarezas. Quem dirá naquela época que essa passagem foi escrita.
Bom, acho muito proveitoso nós nos concentrarmos naquilo que escreveram e que envolve diretamente o mestre. E ainda assim, refletirmos se ele teria feito ou dito aquilo, segundo nosso sentir sobre ele. Pensar se ele teria dito, faria ou não aquilo. Só assim, podemos aproveitar algo para nossa conceituação.
Nossa fé tem que existir, por acreditarmos em primeiro lugar no criador e por um único motivo: acreditar na vida, na natureza e em tudo que há nela como obra inteligente e divina. Acreditar em Cristo, naquilo que sua passagem no mundo deixou registrado é “complemento”. E não pode ser contrário, nele depois em Deus. O próprio Cristo disse: “Amai a Deus sobre todas (todas) as coisas e ao próximo como a si mesmo”. Amamos a Deus quando acreditamos, zelamos e nos encantamos com o que criou e tudo que essa criação nos oferece de bom e de bem. Amamos ao próximo quando faríamos a eles tudo que faríamos para nós. Aí está o bem, a bondade, a fraternidade, o amor e a salvação. E todas as leis e todos os profetas, isso também está nos registros.
Quando os seus seguidores indagavam Jesus sobre coisas que não compreendiam, ele dizia como disse a Nicodemos, você não entende as coisas da terra como queres conhecer a do ceu? Difícil para Jesus falar sobre as coisas divinas seria o mesmo falar de forma intelectual hoje aos leigos.
Se naquela época nem com tanta manifestação de amor que Cristo demonstrou, ainda assim, o povo ao escolher quem ia ser morto escolheu quem: ele. Então, "uma única vida e o juízo" de certa forma é isso que acontece. A cada vida um corpo, um juízo. Morremos e logo somos julgados por nós mesmos e nossas ações pq é o que somos. Sendo maus imediatamente vamos para um lugar ruim viver em tormentos até que, peçamos piedade e reconheçamos o mal. Se bons vamos a um lugar bom, tratados, nos harmonizar com nossa essência.  Verificar em que, poderíamos ter sido melhores e as dividas que contraímos tentando acertar. O mau uso que fizemos das coisas materiais, em fim. Aprendemos um pouco mais para compartilhar.
Tanto um quanto o outro volta para continuar sua missão de aprimoramento. Mais uma vida, mais um juízo. Até que todos cheguem a um estado angelical. Assim como Jesus tinha sua missão, teve sua cruz para carregar no mundo, cada um de nós também a temos. Assim como seu espírito viveu após a morte do corpo, o nosso também vive, assim como ele não era rei nesse mundo, nós também não somos súditos nesse mundo e por aí vai. 
Digamos que nós temos uma grande chance de sermos os espíritos que se rebelaram contra Deus. O mundo, ou os mundos, é nossa prisão, apenas essa prisão é reparadora. Como deveriam ser os cárceres públicos e não é, reconstituir o indivíduo para aprender viver em sociedade.  E esse Pai não abandonou aos filhos rebeldes quer nos recuperar, quer nos ensinar a viver em irmandade.  Para isso ainda temos muitos e muitos viver e juízos.

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