sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Sobre os Alienados Religiosos:


Se pensares bem, diante da posse do livre arbítrio, o número de caminhos que temos na vida, quem determina somos nós mesmos.  Somos donos das nossas escolhas. Não há batalha perdidas, todas as lutas tendo seu fundamento significante é louvável! Sempre ganhamos algo, quando estamos em movimento, mesmo que pelos pensamentos, apenas a inércia dos corações é repudiável!

Nas constantes críticas aos homens religiosos alienados, não esqueçamos, caros amigos, que essas pessoas acreditam naquilo que vivem, infelizmente! Assim como nós! Mas se Deus permite que elas continuem nesse estado se limitando a líderes religiosos que interpretam a fé a seu favor. Subjugadas pela ignorância, é porque essas têm mais a aprender nessa condição que lhe aprisiona as ideias, de que se estivesse em liberdade. Deus permite diferentes caminhos, pois sabe que o objetivo final será alcançado, cedo ou tarde por todos. Mas cada um de nós se identifica em determinado grupo. Na sua bondade e inteligência em relação à vida, há um planejamento e esse acompanha o processo de nosso desenvolvimento humano.  À medida que necessitamos e estamos preparados, somos encaminhados à luz da razão. Para cada indivíduo a carga da cruz é aquela que podemos suportar. Ninguém tem facilidades ou preferências para o Criador. Se há méritos é por merecimento de seu próprio esforço nas existências.  Assim, o ambiente que lhe dá condição de aprendizagem no mundo, deve também ser compatível com o desenvolvimento à capacidade de pensar e de compreensão de cada um. Os irmãos alienados não são capazes de compreender além do que compreendem. Por isso, cada grupo se organiza de acordo com suas tendências. E possuem seu certo e errado, segundo o olhar que compartilham. Isso é fato! Não temos como fazer as pessoas agirem como pensamos ser o certo, mesmo tendo bases irrefutáveis para as nossas teses. Pelo simples fato de que as pessoas veem, percebem as coisas diferentes. Estruturaram-se em um processo de vida diferente. Não é perda te tempo divulgar ideias esclarecedoras sobre a fé. É perda de tempo pensar que essas pessoas se modifiquem apenas por nossas exposições. Continuemos fazendo luz à razão independente se essas chegam a eles ou não. Quando for conveniente Deus se encarregará de lhes mostrar a claridade. Para tudo tem seu momento, e essas determinações não cabem a nós.  Nosso amar a Deus é apenas manter a luz acessa, trazer cegos para a luz é papel do Pai, não dos irmãos.  Na verdade não vivemos nenhum de nós para Deus e sim para nós mesmos, para nossas buscas, pelo nosso olhar as coisas, pela compreensão do mundo, das relações e das coisas dele. Viveremos nós pra Deus quando tivermos serenidade em nossos corações e leveza de espírito para entender que “há muito mais entre o ceu e a terra do que nossa visão alcança...” 

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