Se
pensares bem, diante da posse do livre arbítrio, o número de caminhos que temos
na vida, quem determina somos nós mesmos.
Somos donos das nossas escolhas. Não há batalha perdidas, todas as lutas
tendo seu fundamento significante é louvável! Sempre ganhamos algo, quando
estamos em movimento, mesmo que pelos pensamentos, apenas a inércia dos
corações é repudiável!
Nas constantes críticas aos
homens religiosos alienados, não esqueçamos, caros amigos, que essas pessoas
acreditam naquilo que vivem, infelizmente! Assim como nós! Mas se Deus permite
que elas continuem nesse estado se limitando a líderes religiosos que
interpretam a fé a seu favor. Subjugadas pela ignorância, é porque essas têm
mais a aprender nessa condição que lhe aprisiona as ideias, de que se estivesse
em liberdade. Deus permite diferentes caminhos, pois sabe que o objetivo final
será alcançado, cedo ou tarde por todos. Mas cada um de nós se identifica em
determinado grupo. Na sua bondade e inteligência em relação à vida, há um
planejamento e esse acompanha o processo de nosso desenvolvimento humano. À medida que necessitamos e estamos
preparados, somos encaminhados à luz da razão. Para cada indivíduo a carga da
cruz é aquela que podemos suportar. Ninguém tem facilidades ou preferências
para o Criador. Se há méritos é por merecimento de seu próprio esforço nas
existências. Assim, o ambiente que lhe
dá condição de aprendizagem no mundo, deve também ser compatível com o desenvolvimento
à capacidade de pensar e de compreensão de cada um. Os irmãos alienados não são
capazes de compreender além do que compreendem. Por isso, cada grupo se organiza
de acordo com suas tendências. E possuem seu certo e errado, segundo o olhar
que compartilham. Isso é fato! Não temos como fazer as pessoas agirem como
pensamos ser o certo, mesmo tendo bases irrefutáveis para as nossas teses. Pelo
simples fato de que as pessoas veem, percebem as coisas diferentes.
Estruturaram-se em um processo de vida diferente. Não é perda te tempo divulgar
ideias esclarecedoras sobre a fé. É perda de tempo pensar que essas pessoas se
modifiquem apenas por nossas exposições. Continuemos fazendo luz à razão
independente se essas chegam a eles ou não. Quando for conveniente Deus se
encarregará de lhes mostrar a claridade. Para tudo tem seu momento, e essas
determinações não cabem a nós. Nosso
amar a Deus é apenas manter a luz acessa, trazer cegos para a luz é papel do
Pai, não dos irmãos. Na verdade não
vivemos nenhum de nós para Deus e sim para nós mesmos, para nossas buscas, pelo
nosso olhar as coisas, pela compreensão do mundo, das relações e das coisas
dele. Viveremos nós pra Deus quando tivermos serenidade em nossos corações e
leveza de espírito para entender que “há muito mais entre o ceu e a terra do
que nossa visão alcança...”
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