sábado, 1 de setembro de 2012

Caso Isadora Faber


Preciso escrever sobre isso, a menina Isadora Faber que denunciou sua escola em Florianópolis, nas seguintes questões: Um professor que, desde o início do ano não consegue dominar a turma baderneira. E deixa o restante que quer perdendo seu tempo dentro da sala de aula. Sem que a administração da escola fizesse algo a respeito. Depois ela mostra uma série de reparos que a instituição precisava e não era feita.
Entre tantos comentários, porque o assunto rendeu, teve os dos professores ofendidos. Aí me perguntei, ué! Não é um sujeito cidadão que eles querem formar?. Crítico, construtor e reconstrutor do saber, de mundo? Aí está ele, o sujeito crítico na representação da menina Isadora. E eles fazem o que? Ofendem-se por mostrar uma questão que envolve o profissionalismo e a capacidade de exercer uma função educacional. Perguntei-me também por qual motivo esses, se defenderam, falando dos que são indisciplinares e não deixam os professores fazerem seu trabalho. Mas, ela falou justamente sobre isso.  A reclamação dela é clara! É isso que ela também não está satisfeita. A diferença que, os professores aceitam essa situação. Por receber seu salário no final do mês (salário esse que sempre reclamam que é pouco). E ela não está recebendo o “saber” que vai buscar.
Dá para entender que ela fala em nome daqueles que ficam perdidos na sala de aula, que querem estudar. Não fazendo sentido acrescentar coisas que ela não diz. Sabemos que temos os professores sem domínios em sala, como também temos aqueles que tem domínio, mas não podem fazer um bom trabalho devido a alunos problemáticos. Que o próprio sistema ignora quando não se reúnem e busca soluções para que, essas questões seja solucionadas. Esse que deveria ser o foco dos professores consciente dessa realidade. Professores, vocês não são as únicas vítimas de crianças e adolescentes indisciplinares dentro de sala. Parem de ser egoístas! Há muitos alunos que levam a escola a sério e esses são tão prejudicados quanto vocês, talvez até mais, se pensarem bem e não olharem pra si mesmo!

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